IBDFAM: Lei que cria Política Nacional de Cuidados é sancionada.

Publicada na última terça-feira (24), a Lei 15.069/2024 instituiu a Política Nacional de Cuidados, que prevê uma série de medidas para garantir cuidado de qualidade para quem precisa e valorizar o trabalho dos cuidadores.

O público prioritário da Política Nacional de Cuidados inclui crianças e adolescentes, com atenção especial à primeira infância; pessoas idosas e pessoas com deficiência que necessitem de assistência, apoio ou auxílio para executar as atividades básicas do cotidiano; e os cuidadores remunerados ou não.

Conforme a nova legislação, o Governo Federal deverá fazer um plano nacional de cuidados, com ações, metas, indicadores, período de vigência e outros detalhes, devendo ser executado por vários setores governamentais, desde assistência social, saúde e educação até mobilidade, previdência social, direitos humanos e políticas para as mulheres.

O texto prevê ainda a realização de iniciativas de formação e de qualificação de cuidadores não remunerados, inclusive estratégias de apoio à parentalidade positiva.

A lei é oriunda do Projeto de Lei 5791/2019, da deputada licenciada Leandre (PR), aprovado pela Câmara dos Deputados e pelo Senado Federal e sancionado sem vetos pelo presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva. Relatora na Câmara, a deputada Benedita da Silva (PT-RJ) apresentou um substitutivo incorporando o projeto do Poder Executivo sobre o mesmo tema (PL 2762/2024).

Fonte: Instituto Brasileiro de Direito de Família.

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TJ/SP: Autorização eletrônica de viagem para crianças e adolescentes. Requerimento não substitui autorização judicial.

A Autorização Eletrônica de Viagem (AEV), instituída pelo Provimento nº 38/21 da Corregedoria Geral da Justiça, pode ser emitida para crianças e adolescentes até 16 anos para viagens nacionais e internacionais de jovens desacompanhados de um de seus pais ou de ambos, a ser emitida, exclusivamente, por intermédio do Sistema de Atos Notariais Eletrônicos – e-Notariado.

O documento eletrônico é facultativo, permanecendo válidas as autorizações de viagens emitidas em meio físico, e pode ser utilizada apenas nos casos em que a autorização judicial é dispensável. São eles: em viagens nacionais, quando crianças e adolescentes de até 16 anos incompletos estiverem acompanhados de pessoa maior de idade que não seja pai, mãe, responsável ou ascendente/colateral maior, até o terceiro grau; quando se tratar de deslocamento para comarca contígua à residência dentro da mesma unidade federativa ou incluída na mesma região metropolitana; ou quando a criança ou o jovem possuir passaporte onde conste expressa autorização para viagem desacompanhada ao exterior.

Para viagens internacionais, a autorização eletrônica pode ser apresentada quando crianças ou adolescentes menores de 18 anos forem viajar acompanhados de apenas um dos pais ou responsáveis, ou se forem viajar acompanhados de outros adultos ou sozinhos.

Para a assinatura do documento eletrônico, é imprescindível a realização de videoconferência para confirmação da identidade dos responsáveis, a utilização da assinatura digital notarizada pelas partes e a assinatura do Tabelião de Notas com o uso do certificado digital.

A AEV não substitui os casos em que é exigida autorização judicial, como quando a criança ou adolescente nascido em território nacional viajar para o exterior em companhia de estrangeiro residente ou domiciliado no exterior, mesmo se houver autorização de ambos os pais, ou quando um dos pais está impossibilitado de dar a autorização, por razões como viagem, doença, paradeiro ignorado ou discordância entre os genitores.

Fique ligado – As regras para autorização de viagens para menores, tanto em âmbito nacional quanto internacional, não sofreram alteração. No Portal do TJSP há uma página dedicada exclusivamente às informações referentes à autorização de viagem de crianças e adolescentes

Comunicação Social TJSP – AA (texto) / LF (foto)
imprensatj@tjsp.jus.br

Fonte: Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo.

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TJ/AC: Escolha das delegações é realizada durante sessão pública. Observando os critérios de pontuação, a proclamação e divulgação cumpriram com transparência essa etapa do concurso.

Na manhã desta sexta-feira, 20, foi realizada a sessão pública de escolha das serventias extrajudiciais no plenário do Tribunal de Justiça do Acre (TJAC). O evento marca a etapa final do concurso para outorga de delegações de notas e de registro do Estado do Acre.

O evento contou com a presença de candidatas e candidatos aprovados, familiares, servidores e membros da comissão organizadora do certame. A íntegra da transmissão está disponível no Youtube: veja aqui.

A abertura da atividade foi conduzida pela desembargadora Eva Evangelista, que presidia a comissão. “Quero parabenizar o Tribunal pela iniciativa deste concurso, que foi tão aguardado e é tão necessário. Este é um novo tempo! Parabenizo os aprovados e desejo que conduzam com maestria a responsabilidade do sistema registral”, felicitou a desembargadora aposentada.

Antes de sair para a agenda institucional em Xapuri, a presidente do TJAC, desembargadora Regina Ferrari, realizou um chamamento aos aprovados – abracem com fidelidade a nova missão. “O Acre estava 12 anos sem concurso para serventias extrajudiciais e nessa gestão conseguimos deflagrar esse edital, assim quero que concluamos com louvor essa etapa. Desejo que sejam felizes em suas escolhas!”, declarou a presidente do TJAC.

O corregedor-geral da Justiça do Acre, desembargador Samoel Evangelista, levantou memórias sobre o tema: “esse é um serviço do Judiciário, que por delegação entregamos para vocês. Desde o início de nossa história, o ‘extrajudicial’ chega em comunidades mais longínquas. Em locais que não tinha o Judiciário, tinha pelo menos um registrador”, valorizou o decano.

Por sua vez, o desembargador Nonato Maia deu as boas-vindas ao público, apresentando-se como o corregedor-geral da Justiça que integrará a gestão administrativa do TJAC no biênio 2025-2027. Deste modo, explicou a intenção de construir um diálogo aproximado com os delegatários, uma vez que estarão juntos em atividades como correições e no acompanhamento realizado pelo órgão correcional.

Por fim, o juiz Alex Oivane apresentou as serventias disponíveis, com informações sobre a localidade, dados populacionais e a previsão de faturamento da unidade, conforme a média anual. Em seguida, foi procedida a escolha das delegações conforme os ritos previstos no certame. A investidura na delegação está marcada para o dia 9 de janeiro. Confira a lista:

Relação das escolhas

Texto: Miriane Teles/ Fotos: Elisson Magalhães | Comunicação TJAC

Fonte: Poder Judiciário do Estado do Acre.

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