O TRIUNFO DA VIDA – Amilton Alvares

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Quando os socorristas chegaram aos escombros do avião da LaMia, na montanha colombiana, o placar da tragédia era terrível: 70 mortos x 7 sobreviventes. Algumas horas depois, a morte aumentou o placar para 71 x 6. Certamente Deus chorou diante da tragédia. Mas isso era apenas o primeiro tempo do jogo.

Inicialmente a comoção tomou conta do Brasil e da Colômbia; depois, as agências internacionais divulgaram a notícia e a comoção tomou conta do resto do mundo. A solidariedade brilhou como estrela no céu. Prevaleceu o amor. E um forte sentimento de fraternidade e valorização da vida se manifestou entre as nações. Deus mostrou a sua cara no mandamento – “Amai ao próximo como a ti mesmo”. Milhares de pessoas se irmanaram, povos se uniram em consternação e a Chapecoense se fez conhecida em vários continentes. A morte causou profunda tristeza, mas a palavra final passou a ser de Deus e do amor. Multidões se apresentaram na Arena Condá para receber os corpos e prestar a última homenagem às vítimas da tragédia. Milhares em amor e solidariedade x 71 mortes. O time da vida, enfim, reverteu o placar em cima do time da morte. Podemos dizer que Deus virou o jogo antes mesmo de terminar o primeiro tempo.

O milagre de Deus quase foi ofuscado diante da tragédia. A poderosa mão de Deus salvou seis vidas na queda do avião. Insondáveis são os mistérios de Deus, especialmente diante de uma tragédia de tamanha proporção e impacto no mundo. Deus poderia ter impedido a tragédia? Sim, mas em sua soberania não o fez, segundo seu propósito (Romanos 9:13-24). O roteiro da tragédia foi estabelecido pelo homem e Deus não fica o tempo todo interferindo nas escolhas humanas. Entretanto, nas catástrofes, Deus sempre está presente e presta socorro. Na Colômbia, Deus salvou milagrosamente seis pessoas. Afinal, quem mais poderia ter sustentado o corpo dos seis sobreviventes na queda do avião?!

Para compreender catástrofes, é bom ter em conta que o tempo desta vida é nada diante da eternidade. Diante dos insondáveis mistérios de Deus o que é esta vida? Guardadas as devidas proporções, esta vida é como um copo de água derramado no oceano da vida eterna. Na eternidade com Deus não haverá mais morte, nem choro, nem luto, nem dor. É possível que tenhamos a oportunidade de perguntar para Deus sobre as razões de certos desastres e tragédias. Acredito que Deus, pacientemente, explicará tudo, tintim por tintim. Jesus de Nazaré também estará lá para mostrar a marca dos cravos em suas mãos calejadas de sofrimento (João 20:19-31). Até lá, o nosso trabalho é confiar no Senhor e viver pela fé. Como Deus “fala” num hino cristão – “É meu somente meu todo o trabalho, e o seu trabalho é descansar em mim”. O justo viverá pela fé (Rm 1:17, Gl 3:11). É o que basta diante da tragédia e de qualquer circunstância nesta vida.

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* O autor é Procurador da República aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este devocional: ALVARES, Amilton. O TRIUNFO DA VIDA. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 233/2016, de 12/12/2016. Disponível em https://www.portaldori.com.br/2016/12/12/o-triunfo-da-vida-amilton-alvares/ Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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MEU NATAL – Amilton Alvares

Desde tenra idade desenvolvemos um forte sentimento de posse. Ninguém ignora como reage uma criança quando se sente ameaçada e vislumbra a perda, ainda que temporária, de um objeto de estimação. Quase sempre a criança reage instantaneamente com um solene esbravejar e diz: – É meu!

Crescemos e a tendência não vai embora. Gostamos de verbalizar – minha esposa, meu filho, meu negócio, minha casa. Os mundos corporativo, tecnológico e das comunicações também avançam nessa direção. Temos iPad, iPhone, my life, my way e assim por diante. No entanto, naquilo que mais reclama pessoalização e concreção, costumamos generalizar e abstrair. Jesus Cristo é o Salvador do mundo, o Pai de luzes, o Senhor do universo, mas nem sempre é o meu Salvador pessoal. Por isso, neste Natal, a minha proposta é de que você faça da festa o seu Natal com Cristo. Que você possa dizer o meu Natal, o meu Deus, o meu Salvador.

Celebre o Natal com a família e os amigos, mas não esqueça que o verdadeiro sentido está em anunciar e bendizer a pessoa de Jesus de Nazaré, o meu rei, o meu Deus. Sinta-se à vontade para verbalizar e proclamar – É o meu Salvador! Tome posse desta verdade que atravessa os séculos e vai de eternidade a eternidade.

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* O autor é Procurador da República aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este devocional: ALVARES, Amilton. MEU NATAL. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 230/2016, de 07/12/2016. Disponível em https://www.portaldori.com.br/2016/12/07/meu-natal-amilton-alvares/ Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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Nenhum Dia Casual ou Insignificante – Por Max Lucado

Nenhum dia é casual ou insignificante. Nenhum ato é por acaso ou desperdiçado. Note o nascimento de Jesus em Belém. Um rei ordenou um recenseamento. José foi obrigado a viajar. Maria, tão redonda como uma joaninha, ressaltava nas costas do jumento. O hotel estava cheio. A hora era tarde. O evento foi uma grande dor de cabeça. No entanto, da dor de cabeça a esperança nasceu. E ate hoje é assim.

Eu não gosto de dores de cabeça. Mas eu amo Natal porque me lembra das promessas em forma de coração do Natal. Bem depois que os convidados já se despediram, os cantadores já foram para casa, e as luzes já foram guardadas, estas promessas já permanecem: Deus faz com que tudo coopere para o bem daqueles que amam o Senhor. Talvez você precisa do Cristo neste Natal?

Clique aqui e leia o texto original.

Imagem: http://www.iluminalma.com | http://www.iluminalma.com/img/il_lucas2_4-5.html

Fonte: Max Lucado – Devocional Diário | 06/12/2016.

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