Viva uma Vida Poderosa – Por Max Lucado

*Max Lucado

Que todos nós vivamos uma vida poderosa o suficiente para começar um movimento! Vamos amar sem limites, sonhar sem hesitar, e trabalhar sem cessar. Vamos fechar nossos ouvidos ao coro de vozes que pedem concessões e nos assentar no galho da verdade. Vamos defender o valor de pessoas, proclamar o perdão de Deus, e reivindicar a promessa do céu.

Vamos começar um movimento de esperança! Um movimento chega à maturidade quando uma vida colhe os frutos plantados por incontáveis outas vidas em gerações anteriores. Um movimento ocorre quando uma pessoa, nada maior ou menor que aqueles que foram antes, vive uma vida poderosa na plenitude do tempo.

Vamos viver vidas cheias e poderosas o suficiente para causar um movimento. Será que o movimento virá em nossa geração? Eu espero. Mas, mesmo que não vier, mesmo quem nem o virmos, ele virá. E nós faremos parte dele.

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Fonte: Site Max Lucado – Devocional Diário | 07/06/2016.

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TRISTEZA EM PÓ – Por Amilton Alvares

*Amilton Alvares

Daniele Toledo do Prado relata, em seu livro “Tristeza em pó”, os horrores de uma jornada infernal em que foi acusada de matar a própria filha de um ano de idade. Ela foi chamada pela imprensa de “o monstro da mamadeira”, pois teria colocado cocaína na mamadeira da filha Victória. A Autora tinha vinte e um anos de idade na época. Foi presa e espancada na cadeia. Com uma sandália havaiana, outras detentas martelaram uma caneta no ouvido de Daniele. A caneta penetrou por inteiro e quebrou. Daniele perdeu a audição e a visão do lado direito do corpo, que também teve a mobilidade comprometida. Faz dez anos, e tudo aconteceu no eixo Rio-São Paulo, envolvendo as cidades de Taubaté, Pindamonhangaba e Caçapava.

Triste! Muito triste! A revelar que o clamor público por prisão, sem processo ou sem as garantias do devido processo legal e da ampla defesa, pode levar a aberrações como essa. Quando atuei na persecução criminal como órgão de acusação, nunca tive dúvidas de que é melhor um bandido na rua do que um inocente na prisão. Continuo pensando da mesma forma. E fatos lamentáveis, como essa brutal injustiça enfrentada por Daniele, com danos irreparáveis decorrentes da prisão cautelar, devem servir de alerta neste momento em que há clamor público por alargamento do encarceramento provisório e redução de recursos em liberdade, o que pode comprometer até mesmo as garantias da ampla defesa no processo penal.

A Autora move ação de indenização contra o Estado. Dinheiro e indenização jamais poderão reparar o dano sofrido por Daniele. Porque a justiça dos homens é muito diferente da justiça de Deus. Deus atira os nossos pecados perdoados nas profundezas do mar e deles não mais se lembra (Miquéias 7:19). Para prevenir dano moral e prejuízo à reputação, Deus ainda coloca uma placa no local dizendo que é proibido pescar. Aqui sempre há conseqüências danosas. Neste mundo de injustiças, as marcas e cicatrizes permanecem, sangram na alma e doem até a morte. Só mesmo o Espírito Santo de Deus poderá restaurar a vida desta jovem de trinta e um anos de idade. Senhor tem misericórdia da moça!

Açodamento não combina com segurança. Estamos vivendo tempos difíceis em nossa Pátria. Muita coisa boa tem acontecido na movimentação da Justiça, que hoje realiza feitos jamais imaginados. Mas o anseio por mudanças não pode levar a radicalizações e precipitações. Veja a advertência de Provérbios 21:5 – “ Os planos bem elaborados levam à fartura; mas o apressado sempre acaba na miséria”. Não há miséria maior do que a injustiça. A memória de Deus apaga todas as nossas transgressões, mas a mente humana não esquece. É bom ter em conta que só Deus é justo juiz. E Jesus de Nazaré, o nosso Advogado, está sempre pronto a interceder por nós, perdoando os nossos pecados diante do arrependimento (1ª João 2:1-2). A justiça dos homens não tem esse mecanismo de segurança. Não há Advogado como Jesus – o Cristo, pagador e perdoador de pecados. Então é bom preservar o que já temos em termos de segurança, pois, depois, não adianta chorar o leite derramado das perdas.

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* O autor é Procurador da República aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este devocional: ALVARES, Amilton. TRISTEZA EM PÓ. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 100/2016, de 01/06/2016. Disponível em https://www.portaldori.com.br/2016/05/30/a-caminho-do-juizo-final-por-amilton-alvares/. Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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A CAMINHO DO JUÍZO FINAL – Por Amilton Alvares

*Amilton Alvares

O “tchau querida” para Dilma e o “tchau querido” para Cunha ainda não retratam o fim. Afinal, o inferno de Dilma e de Cunha só está começando. Virão os julgamentos no Senado e na Câmara. Virá o julgamento no STF e por último virá o julgamento da História.

Muita gente toca a vida como se a sepultura fosse um simples adeus aos problemas deste mundo. Em funeral, muitos dizem – passou desta vida para uma melhor. Então o fim da existência humana seria um simples tchau da vida terrena carregada de problemas. No entanto, assim como Dilma e Cunha terão de enfrentar o seu “calvário”, quem parte desta vida sem o visto do Salvador Jesus no passaporte para a eternidade terá de enfrentar o seu julgamento. Quem é de Jesus se apresentará diante do Tribunal de Cristo, o tribunal da graça; prestará contas de seus atos, mas não passará por juízo de condenação (1ª Coríntios 3:11-15 e 2ª Coríntios 5:10). Quem partir desta vida sem confessar Jesus de Nazaré terá outro destino. Quem não se colocou aos pés da cruz nem confessou Jesus como Salvador, deverá se apresentar em outro tribunal, isto é, no julgamento do grande trono branco (Apocalipse 20:11-15); juízo de condenação, sim, destinado aos que rejeitaram a mensagem da cruz, por entender, equivocadamente, que poderiam se salvar por esforço próprio diante do juízo final.

A receita do evangelho para Dilma e Cunha é simples e prática – verdade, arrependimento e confissão. Isso pode abreviar o tempo de sofrimento. E a receita para qualquer um de nós não é diferente – verdade, arrependimento e confissão. Não sabemos quando enfrentaremos o tchau da vida. Mas o melhor que podemos fazer é pegar nas mãos de Jesus Cristo desde logo. Porque ele é o único que tem o poder de atravessar o vale da sombra da morte com o homem pecador. Ele é o único que venceu a morte e pode prometer vida eterna a todo aquele que nele crê e confessa o seu nome como Salvador. Com a verdade dá para enfrentar o Mal. Com a mentira você é algemado por Satanás. Lembre-se: Verdade, arrependimento e confissão formam o batente de sustentação de uma porta de ouro que garante acesso ao céu. Confesse Jesus como seu Salvador antes de se despedir desta vida. O último prego no caixão não é uma condenação no tribunal dos homens. Afinal, quem crê em Jesus não é julgado para a condenação eterna (João 3:18).

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* O autor é Procurador da República aposentado, Oficial do 2º Registro de Imóveis, Títulos e Documentos e Civil de Pessoa Jurídica da Comarca de São José dos Campos/SP, colaborador do Portal do Registro de Imóveis (www.PORTALdoRI.com.br) e colunista do Boletim Eletrônico, diário e gratuito, do Portal do RI.

Como citar este devocional: ALVARES, Amilton. A CAMINHO DO JUÍZO FINAL. Boletim Eletrônico do Portal do RI nº. 098/2016, de 30/05/2016. Disponível em https://www.portaldori.com.br/2016/05/30/a-caminho-do-juizo-final-por-amilton-alvares/. Acesso em XX/XX/XX, às XX:XX.

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