Copa do Mundo: Judiciário funcionará em horário especial em dias de jogos do Brasil


Ato normativo foi publicado no Diário da Justiça Eletrônico desta quinta (3); expediente ocorrerá pela manhã

O Poder Judiciário de Alagoas publicou, nesta quinta-feira (3), ato normativo que dispõe sobre o horário de expediente forense nos dias dos jogos da seleção brasileira na Copa do Mundo. Confira aqui.

A norma prevê que, nos dias de jogos do Brasil, o expediente será realizado pela manhã, inclusive para os servidores do turno vespertino. Segundo a publicação, as horas restantes deverão ser compensadas, com acréscimo na jornada normal de trabalho nos dias úteis subsequentes aos jogos.

As unidades judiciárias deverão intimar as partes e os advogados sobre as novas datas e horários das audiências que estejam previstas para os dias de jogos. Caso o Brasil não se classifique para as etapas finais da Copa, ficam valendo os horários normais de expediente.

O ato normativo foi assinado pelo presidente do TJAL, desembargador Klever Loureiro.

Horário especial para todos os servidores

> Jogos às 12h: expediente das 7h30 às 11h

> Jogos às 13h: expediente das 7h30 às 11h30

Jogos às 16h: expediente das 7h30 às 13h30

Fonte:  Tribunal de Justiça do Estado de Alagoas

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias.

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Anteprojeto que propõe reestruturação das serventias vagas é apresentado aos representantes da categoria


A proposta de reestruturação das serventias vagas no serviço extrajudicial do Estado da Paraíba foi apresentada nessa terça-feira (1º) aos representantes do Colégio Notarial do Brasil – Seção Paraíba (CNB-PB), da Associação dos Notários e Registradores do Estado (Anoreg-PB) e da Associação dos Registradores Civis de Pessoas Naturais (Arpen-PB). A minuta do anteprojeto de lei foi elaborada por uma comissão designada pela CGJ e presidida pelo juiz corregedor Ely Jorge Trindade.

O documento dispõe sobre criação, extinção, desativação, anexação e modificação das serventias, bem como as especialidades para o atendimento extrajudicial. O magistrado expôs que a reestruturação levará em conta a população dos municípios (e se são sede de comarca) para disciplinar a quantidade de cartórios e atribuições.

Conforme os estudos elaborados pela comissão, a ideia é que nos municípios que não são sede de comarca haja Ofício Único de Tabelionato de Notas e Registro Civil de Pessoas Naturais (RCPN). Em relação aos que são sede de comarca (ou que tenham sido), a divisão considerará a população e será dividida em municípios com: até 30 mil habitantes; entre 30 mil e 60 mil; 60 mil e 200 mil; mais de 200 mil habitantes.

“Essa é uma proposta que trará racionalização, uma diminuição do número de cartórios e a separação das atribuições. O objetivo é aprimorar a prestação dos serviços, eliminar as serventias deficitárias dentro do possível e possibilitar uma melhor fiscalização, com cartórios mais bem equipados e especializados”, afirmou o juiz corregedor Ely Jorge.

O magistrado afirmou, ainda, que a expectativa é que a matéria seja transformada num projeto de lei para que, de forma permanente, haja uma divisão objetiva do serviço extrajudicial da Paraíba.

O presidente da Anoreg, Carlos Ulysses Neto, parabenizou a comissão e avaliou o trabalho como primoroso. “Um anteprojeto fundado em critérios técnicos e objetivos no intuito de fomentar a modernização do serviço com a adequação da serventia no momento da vacância e como forma de melhor atender a população de cada município”, disse.

Também o presidente do CNB-PB, Sérgio Albuquerque, reforçou que a medida representa um avanço. “Um anteprojeto extremamente avançado, moderno, que oferecerá um bom norte ao serviço extrajudicial da Paraíba”, declarou.

Já presidente da Arpen, Manfredo Góes, ressaltou que o anteprojeto está bem concebido, sobretudo por resguardar as serventias atualmente providas, visto que as alterações estão projetadas apenas para as que estiverem vagas.

“Essa particularidade mantém o equilíbrio econômico-financeiro dos atuais delegatários e abre novas possibilidades para concursos vindouros. Além disso, proporciona aos cartórios um atendimento melhor à sociedade, tendo em vista que a reestruturação leva em conta a densidade populacional dos municípios”, afirmou.

A partir da apresentação, as Associações poderão fazer considerações e sugerir contribuições ao projeto, que serão apreciadas pela CGJ. Após este diálogo, uma minuta será encaminhada ao Tribunal de Justiça da Paraíba para que a discussão tenha continuidade junto ao Pleno.

Fonte: TRIBUNAL DE JUSTIÇA DA PARAÍBA

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