Comissão aprova incentivo para construção de residência popular de até 70 m²

A proposta isenta de contribuições previdenciárias quem construir residências populares de até 70 m², mesmo com o uso de mão de obra remunerada.

A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou o Projeto de Lei 6083/13, do deputado Osmar Serraglio (PMDB-PR), que isenta de contribuições previdenciárias quem construir residências populares de até 70 m², mesmo com o uso de mão de obra remunerada.

A lei atual aplica essa isenção apenas quando a construção é feita pelo próprio dono do terreno ou em regime de mutirão.

A medida abrange as companhias de habitação popular (Cohab’s), os agentes públicos de habitação e os beneficiários de programas habitacionais para construírem de forma isolada ou em associações.

Conhecimentos técnicos
Na opinião do relator, deputado Mauro Mariani (PMDB-SC), a revisão do incentivo pode aprimorar o Minha Casa Minha Vida e favorecer a parceria do governo com instituições especializadas em construção habitacional, em vez de beneficiar quem constrói sem ter conhecimentos técnicos.

“Esse tipo de construção não é capaz de atender requisitos mínimos de habitabilidade”, argumenta o parlamentar. “Ao contrário, as casas são super ou subdimensionadas, com desperdício de materiais e uso de tecnologias ineficientes”, completou.

Tramitação
A proposta ainda será analisada de forma conclusiva pelas comissões de Finanças e Tributação; e de Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-6083/2013.

Fonte: Agência Câmara Notícias | 22/06/2016.

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Agricultura rejeita preferência para o Incra na compra de imóveis penhorados

A Comissão de Agricultura, Pecuária, Abastecimento e Desenvolvimento Rural rejeitou o Projeto de Lei 7535/10, do deputado Paulo Pimenta (PT-RS), que concede ao Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra) ou a eventual órgão fundiário federal que o suceder preferência na aquisição de imóvel rural leiloado para pagamento de dívidas com instituições bancárias ou de crédito.

A proposta altera a Lei da Reforma Agrária (8.629/93) para, segundo o parlamentar, ampliar a oferta de terras destinadas à reforma agrária.

Conforme o texto, o leiloeiro deverá encaminhar ao órgão federal o edital do leilão. A instituição, por sua vez, deverá manifestar o direito de preferência em 30 dias.

A comissão também rejeitou proposta apensada (PL 302/15), que obriga bancos a informar sobre imóveis rurais recebidos na liquidação de empréstimos de difícil ou duvidosa solução.

Ainda foi rejeitada uma emenda que permitia ao Incra adquirir o imóvel rural penhorado apenas quando não houver licitantes e o imóvel não for adjudicado (posse transferida judicialmente).

Mecanismos suficientes
O relator na comissão, deputado Newton Cardoso Jr (PMDB-MG), lembrou que o pagamento das propriedades seria feito por Títulos da Dívida Agrária (Toda), com exceção das benfeitorias, pagas em dinheiro. O resgate dos títulos pode levar a uma resposta de até 20 anos.

“Julgamos a proposição injusta, tanto para o credor, como para o próprio devedor, pois teriam que aceitar o pagamento em títulos da Divida Agrária, resgatáveis em até vinte anos”, disse.

Segundo Cardoso Jr, os mecanismos atuais de aquisição são “mais que suficientes” e isso é “comprovado pela distribuição de mais de 88,2 milhões de hectares em projetos de colonização e reforma agrária até 2014”.

O deputado afirmou que, na atual conjuntura econômica, o projeto dificultaria ainda mais a situação de pessoas e empresas para liquidar dívidas. “A entrada do Estado com TDAs é uma expropriação, é um meio de tirar liquidez do mercado”, disse Cardoso Jr.

Para o deputado Marcon (PT-RS), o projeto busca facilitar e dar prioridade para o governo comprar esse tipo de área. “A única coisa que o deputado Paulo Pimenta quer é dar prioridade para o governo. Não diz que a empresa ou o proprietário perde a terra.”

Tramitação
O projeto, que tramita em caráter conclusivo, ainda será analisado pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA: PL-7535/2010 e PL-302/2015.

Fonte: Agência Câmara Notícias | 22/06/2016.

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PE: Hospital da Mulher já está emitindo certidão de nascimento para os bebês nascidos na unidade

O Hospital da Mulher do Recife (HMR) Dra. Maria Mercês Pontes Cunha já está emitindo a certidão de nascimento para os bebês nascidos na unidade. O prefeito Geraldo Julio visitou o local, na tarde desta quarta-feira (21), para conferir o serviço e também para ver de perto o trabalho que vem sendo desenvolvido na maior unidade de saúde construída na história da Prefeitura do Recife.

“É uma avaliação muito positiva, eu pude encontrar aqui muitos bebês, muitas vidas nascidas aqui no hospital. Eu estou muito feliz, as mães, os pais também estavam muito alegres agradecendo pela qualidade do serviço. A gente está muito feliz em fazer essa visita aqui e hoje num dia especial. A gente está aqui no dia em que começaram a ser emitidas as certidões de nascimento dentro do Hospital da Mulher. É uma parceria com o Governo do Estado, o programa Minha Certidão. A gente está dando essa oportunidade aos pais e as mães de aqui mesmo emitir a certidão de nascimento do seu filho e já sair do hospital com o filho registrado”, comemorou o prefeito Geraldo Julio.

Entre as mães que estampavam felicidade no rosto estava Tamyres da Silva, de 26 anos, com a sua filha Mariana Beatriz nos braços e acompanhada pelo pai da criança. “Ela nasceu ontem e foi a primeira mulher registrada hoje aqui no Hospital da Mulher. O meu coração se encheu de alegria quando a médica com quem eu fiz o meu penúltimo exame pré-natal disse que a minha filha poderia nascer aqui. Foi tudo mais fácil, consegui fazer tudo em um dia só e o atendimento tem sido excelente”, disse.

CARTÓRIO – O equipamento funciona no hospital das 8h às 17h e o serviço de emissão do registro civil, oferecido por meio do Programa Minha Certidão, é gratuito. Para receber o documento da criança, é preciso que os pais compareçam ao cartório do HMR com os documentos pessoais e a declaração de nascido vivo – emitida pela própria unidade de saúde que tem a gestão da Organização Social do Hospital dE Câncer de Pernambuco.

BALANÇO – O Hospital da Mulher do Recife (HMR) Dra. Maria Mercês Pontes Cunha já realizou cerca de 2 mil consultas e aproximadamente 10 mil exames. Também foram realizados 66 partos na unidade, que fica localizada no bairro do Curado.

Fonte: Site Prefeitura de Recife | 22/06/2016.

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