Defesa do Consumidor aprova pagamento de condomínio por construtora antes da entrega do imóvel


A Comissão de Defesa do Consumidor aprovou projeto de lei (PL 1694/11) que transfere às construtoras a responsabilidade por pagar as taxas de condomínio enquanto o imóvel não for entregue ao proprietário. A proposta, do deputado Felipe Bornier (Pros-RJ), busca evitar que o comprador do imóvel pague pelo uso de espaços aos quais ainda não tem acesso.

O relator na comissão, deputado Celso Russomanno (PRB-SP), recomendou a aprovação da matéria.

“Infelizmente, ainda é comum a cobrança de taxas de condomínio do adquirente antes da entrega efetiva do imóvel a ele. No caso de atrasos na entrega, a situação fica ainda mais desfavorável ao consumidor”, afirmou Russomanno.

Substitutivo

O texto aprovado é um substitutivo acatado anteriormente pela Comissão de Desenvolvimento Urbano que incluiu na matéria a situação em que a culpa pela demora na entrega do imóvel é do proprietário, e não da construtora. Dessa forma, nos casos de inadimplência de parcela do financiamento imobiliário que resulte em atraso na entrega, por exemplo, a taxa de condomínio será paga pelo comprador.

O projeto altera lei que trata de construção de condomínios e incorporações imobiliárias (Lei 4.591/64) para incluir a determinação.

Tramitação

Na mesma votação foi rejeitado o PL 5318/13, que trata do mesmo assunto. As propostas tramitam em caráter conclusivo e ainda serão analisadas pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:

Fonte: Agência Câmara Notícias | 11/10/2017.

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Crime que vise herança pode excluir beneficiário do rol de herdeiros


Pessoas que matarem ou encomendarem assassinatos com objetivo de ficar com a herança terão mais dificuldade em receber os frutos do crime. Uma proposta (PLC 9/2017) aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado (CCJ) dá poder ao Ministério Público para pedir a exclusão dos envolvidos da divisão dos bens. Segundo o relator, senador Ricardo Ferraço (PSDB–ES), a proposta corrige uma omissão do Código Civil. Ao ler o relatório de Ferraço  na comissão, o senador Antonio Anastasia (PSDB–MG) também defendeu a mudança.

Ouça os detalhes no áudio do repórter da Rádio Senado, Roberto Fragoso.

Opções: Download

Fonte: Agência Senado | 11/10/2017.

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