MA: Estado busca recuperar R$ 83mi de ICMS por meio de protesto de títulos – Maranhão


A Secretaria de Fazenda enviou para Protesto de títulos em Cartório um lote de 700 débitos de pessoas jurídicas, contribuintes do Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS), inscritos na Dívida Ativa do Estado, representando um valor a ser recuperado ao Estado de R$ 83,2 milhões.

O convênio celebrado entre a Sefaz e o Instituto de Estudos de Protestos de Títulos do Brasil – Seção Maranhão (IEPTB-MA) terá o seu primeiro efeito prático para otimizar a recuperação da Dívida Ativa Estadual, com apoio de mecanismos eficientes de cobrança.

Segundo o secretário Marcellus Ribeiro, o protesto em cartório dará importante contribuição para que o Estado possa dar continuidade à recuperação de receitas para a devida aplicação nas políticas, serviços e investimentos públicos.

As empresas incluídas pela Sefaz na primeira remessa para protesto de título são aquelas que possuem débitos de ICMS, já constituídos, sem mais recurso na esfera administrativa, inscritos em Dívida Ativa e com as certidões (CDA) emitidas partir de setembro de 2018. Estes serão notificados, via Domicílio Tributário Eletrônico (DTE), no sistema de autoatendimento na internet SefazNet.

A Central de Remessa de Arquivos do Maranhão (CRA-MA), gerenciada pelo Instituto, recepcionará e disponibilizará as CDAs aos cartórios de protesto, que vão intimar os devedores, via Aviso de Recebimento (AR). Os contribuintes poderão pagar o título nos cartórios, até a data do vencimento constante na intimação, antes do Protesto. Não pagando o débito em cartório até o vencimento, a empresa será protestada.

Após protestada a dívida, a negociação do débito deverá ser feita diretamente na Secretaria de Fazenda.

Protesto de Cartório

O Protesto de título em Cartório é um ato que comprova a inadimplência e o descumprimento de obrigações documentadas do devedor e resguarda o direito de crédito, tendo a cobrança validade e eficácia jurídica.

Com a nova medida de Protesto em Cartório, a expectativa do Estado é de minimizar o volume de dívidas ativas, com mais eficiência, segurança jurídica e sem custo, e recuperar receita para devida aplicação das políticas públicas para a população maranhense.

Para consultar a existência de Protesto, acesse: www.pesquisaprotesto.com.br ou baixe o aplicativo “Consulta Protesto” disponível para Android ou IOS.

Fonte: IEPTB/BR

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TJ/SC: TJ e Polícia Federal firmam convênio para intercâmbio de certidões de registros civis


O Poder Judiciário de Santa Catarina e a Polícia Federal (PF) firmaram um termo de cooperação na tarde desta terça-feira (16) para intercâmbio de registros civis no Estado. Com o convênio, serão disponibilizadas à PF informações fornecidas pelas serventias extrajudiciais sobre certidões de nascimento, casamento e óbito, a fim de alimentar o banco de dados da instituição policial.

O documento foi assinado pelo presidente do Tribunal de Justiça de Santa Catarina, desembargador Rodrigo Collaço, e pelo novo superintendente regional da PF em Santa Catarina, delegado Ricardo Cubas Cesar. “O acesso à informação é matéria-prima para o nosso trabalho. Esse banco de dados será uma ferramenta importante para a investigação e a nossa atividade crucial de inteligência”, destacou o superintendente, lembrando que até então a PF muitas vezes só tinha acesso a essas informações após a deflagração da operação policial. A partir de agora, contudo, esses dados poderão ser consultados anteriormente por meio de sistema on-line disponibilizado pelo Judiciário.

Segundo o superintendente, essa ferramenta pode servir para qualquer tipo de investigação como de desvios de recursos públicos, corrupção, tráfico de drogas, armas, contrabando, descaminho e outras que envolvam lavagem de dinheiro por organização criminosa. O presidente do TJ recebeu a comitiva da PF na sede do Judiciário. Também participaram do ato o delegado federal Marcelo Mosele, o agente da PF Alexandre Eicke Liberato e o delegado da polícia civil integrante do Conselho de Segurança Institucional do TJSC Mauro Cândido Rodrigues.

Fonte: TJ/SC

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