SP: Teatros e espaços culturais podem ter isenção de IPTU


O vereador Ricardo Nunes (MDB) é autor do Projeto de lei (PL 294/2015), que está em tramitação na Comissão de Finanças e Orçamento da Câmara Municipal de São Paulo, e pretende estabelecer regras de isenção da cobrança do IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano) para estabelecimentos usados como teatros e espaços culturais.

De acordo com o texto da Justificativa, a iniciativa é para incentivar aos resistentes mantenedores da cultura em nossa cidade. “Consideramos que são merecedores e necessitados de um justo alívio nos pesados encargos despendidos para manter seus espaços. E, a determinação poderá se tornar realidade com alteração do caput e do inciso III, além de inclusão dos incisos IV e V no art. 2º da Lei 16.173 de 17 de abril de 2015”, explicou o vereador.

Em caso de aprovação, o projeto vai estender os benefícios de isenção do IPTU aos ocupantes de imóveis utilizados exclusiva ou predominantemente como teatros ou espaços culturais, cuja finalidade seja a realização de espetáculos de artes cênicas, e que apresentem, cumulativamente, caráter artístico e cultural. O PL também estabelece que o imóvel tenha acesso direto por logradouro público.

O texto sugere que locais com capacidade de público de até 400 pessoas sentadas tenham 100% de isenção, salas que comportam de 401 até 800 pessoas sentadas sejam isentas de 50% do IPTU e as que abriguem de 801 até 1000 pessoas sentadas, recebam desconto de 30% do mesmo imposto.

Fonte: Câmara Municipal de São Paulo | 27/06/2018.

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TJ/RS: Aprovada criação de serviço notarial e registral no município de Protásio Alves


O Conselho da Magistratura do Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul autorizou a criação do serviço notarial e registral no município de Protásio Alves, jurisdicionado pela Comarca de Nova Prata.

O pedido foi encaminhado pelo Prefeito Municipal, José Maximino Spanhol. O Desembargador Giovanni Conti relatou o expediente no COMAG e votou pelo atendimento da demanda. “A presente pretensão encontra guarida na sempre necessária ampliação dos serviços extrajudiciais nos municípios desprovidos de serviços judiciais, garantindo a aproximação do Poder Judiciário da população, especialmente aquelas desassistidas de serviços públicos relevantes”, considerou o magistrado.

O expediente será encaminhado ao Órgão Especial do TJRS. Caso referendada a proposta, será elaborado projeto de lei para envio à Assembleia Legislativa do RS.

Também participaram da sessão o Presidente do TJRS, Desembargador Carlos Eduardo Zietlow Duro e os Desembargadores Maria Isabel de Azevedo Souza (1ª Vice-Presidente), Almir Porto da Rocha Filho (2º Vice-Presidente), Túlio Martins (3° Vice-Presidente), Denise Oliveira Cezar (Corregedora-Geral da Justiça) e Ícaro Carvalho de Bem Osório.

Fonte: TJ/RS | 27/06/2018.

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