CNJ: Judiciário aprova 12 metas nacionais para 2020

XIII Encontro Nacional do Poder Judiciário aprovou para o próximo ano 12 metas nacionais

O XIII Encontro Nacional do Poder Judiciário aprovou para o próximo ano 12 metas nacionais que irão nortear as diretrizes de atuação dos 90 tribunais brasileiros, indicando as prioridades a serem postas em prática. A novidade deste ano foi a inclusão de quatro novos temas: processos relativos a obras públicas paradas, promoção à defesa das crianças e adolescentes, saúde dos magistrados e Agenda 2030.

“O Judiciário tem feito o seu papel. Nós diminuímos o número de processos, estamos baixando os estoques, incentivando a conciliação e a pacificação social. No ano de 2018, foram mais de 32 milhões de processos finalizados”, comentou o presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Tofolli no encerramento do XIII Encontro Nacional do Poder Judiciário, nesta terça-feira (26/11), em Maceió.

Do total desses objetivos, oito são metas nacionais que vem sendo adotadas ao longo dos últimos anos e contribuído para o Poder Judiciário mostrar níveis mais altos de eficiência e produtividade, além de maior celeridade e qualidade nos serviços prestados à sociedade.

As metas nacionais replicadas dos demais anos e que devem continuar a serem adotadas em 2020 são:

Meta 1: julgar mais processos que os distribuídos (aprovada por todos os segmentos de Justiça)

Meta 2: julgar processos mais antigos (aprovada por todos os segmentos de Justiça)

Meta 3: estimular a conciliação (aprovada pela Justiça Estadual, Justiça Federal e Justiça do Trabalho)

Meta 4: priorizar o julgamento dos processos relativos aos crimes contra a administração pública, à improbidade administrativa e aos ilícitos eleitorais (aprovada pelo STJ, Justiça Eleitoral, Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça Militar da União e dos Estados)

Meta 5: impulsionar processos à execução (aprovada pela Justiça Federal e Justiça do Trabalho)

Meta 6: priorizar o julgamento das ações coletivas (aprovada pelo STJ e pelas Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho)

Meta 7: priorizar o julgamento dos processos dos maiores litigantes e dos recursos repetitivos (aprovada pelo STJ e pela Justiça do Trabalho)

Meta 8: priorizar o julgamento dos processos relacionados ao feminicídio e à violência doméstica e familiar contra as mulheres (aprovada pela Justiça Estadual).

Novos desafios

As novas metas nacionais a serem adotadas em 2020 são:

Meta 9: integrar a Agenda 2030 ao Poder Judiciário (aprovada pelo STJ e pelas Justiça Estadual, Justiça Federal, Justiça do Trabalho, Justiça Militar)

Meta 10: promover a saúde de magistrados e servidores (aprovada pelas Justiça do Trabalho e Justiça Militar)

Meta 11: promover os direitos da criança e do adolescente (aprovada pela Justiça do Trabalho)

Meta 12: impulsionar os processos relacionados com obras públicas paralisadas (aprovada pelas Justiça Federal e Justiça Estadual).

“Quero agradecer especialmente a inclusão da meta das obras paradas. As senhoras e senhores não têm a noção do que isso tem de repercussão positiva nas cidades dos senhores e de perspectiva positiva de comunicação do Poder Judiciário”, enfatizou o ministro Dias Tofolli. “Ter uma atuação em rede do Judiciário que garanta ao gestor público destravar uma obra pública que esteja parada para que ela possa retomar o seu curso tem um impacto enorme na sociedade e atuar nisso terá uma maior proximidade com a sociedade”, completou.

Processo democrático

As metas nacionais anunciadas no Encontro Nacional foram sendo construídas ao longo deste ano, a partir de debates feitos entre representantes do CNJ e membros dos tribunais, com a contribuição dos integrantes da Rede de Governança Colaborativa. As reuniões ocorreram em maio e agosto desse ano, quando foram discutidos os parâmetros que orientaram as prioridades dos órgãos de

justiça.

Macrodesafios

Os membros do Judiciário reunidos no XIII Encontro Nacional trataram também da Estratégia  Nacional do Poder Judiciário para 2021-2026 e definiram os macrodesafios que irão direcionar a atuação dos tribunais nesse período. A missão é realizar justiça, transmitindo à sociedade a visão de um Judiciário efetivo e ágil na garantia dos direitos e que contribua para o desenvolvimento do país.

Fonte: IRIB (www.irib.org.br)

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

Para acompanhar as notícias do Portal do RI, siga-nos no twitter, curta a nossa página no facebook e/ou assine nosso boletim eletrônico (newsletter), diário e gratuito”.


CNJ: Portal de banco de boas práticas no Judiciário entra no ar

Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o portal de Boas Práticas do Poder Judiciário.

Com a ideia de reconhecer práticas que simplificam e modernizam o Judiciário e ações que promovam eficiência e qualidade dos serviços jurisdicionais, o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) lançou o portal de Boas Práticas do Poder Judiciário. “Sabemos que existem inúmeras práticas inovadoras que acabam ficam restritas a uma vara, ou a um tribunal. Queremos dar visibilidade a esses projetos, para que sejam replicados”, disse o Secretário Especial de Programas, Pesquisas e Gestão Estratégica do CNJ, Richard Pae Kim. Para acessar o Portal, clique aqui.

Os tribunais que desenvolvem esse tipo de ação, devem inscrever seus projetos no portal, que servirá também como um banco de consulta de boas práticas em todo o país, de modo que elas possam ser desenvolvidas em outras cortes. O cadastramento, a avaliação e a aprovação das práticas para publicação no Portal CNJ de Boas Práticas do Poder Judiciário seguirão regras previstas Portaria CNJ n. 140/2019, que regulamenta o Portal.

Caso a prática inscrita no Eixo Desburocratização seja aprovada, o tribunal receberá Selo de Desburocratização, um reconhecimento pelo atendimento à necessidade de simplificação dos serviços judiciais e judiciários aos cidadãos. O Selo foi instituído pela Portaria CNJ n. 193, que classifica como boa prática de desburocratização as atividades, ações, projetos ou programas cujos resultados sejam notórios pela eficiência, eficácia e efetividade.

Também serão consideradas boas práticas de desburocratização as ações que contribuam para o aprimoramento e simplificação de tarefas, procedimentos ou processos de trabalho, de modo a promover agilidade, otimização de recursos e ganho de eficiência à prestação de serviços jurisdicionais.

A previsão é de que, até março de 2020, o Conselho realize evento para a outorga do Selo de Desburocratização do CNJ às boas práticas aprovadas pelo Plenário.

Fonte: IRIB (www.irib.org.br)

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

Para acompanhar as notícias do Portal do RI, siga-nos no twitter, curta a nossa página no facebook e/ou assine nosso boletim eletrônico (newsletter), diário e gratuito”.


AL/BA: ALBA apresenta serviço de assinatura e certificação digital

Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) lançou na tarde desta quarta-feira (27) o Serviço de Assinatura e Certificação Digital da Casa.

Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA) lançou na tarde desta quarta-feira (27) o Serviço de Assinatura e Certificação Digital da Casa. Desenvolvido pela Diretoria de Tecnologia da Informação (DTI), o serviço ficará à disposição dos diversos setores da ALBA, logo depois que a Mesa Diretora aprove e publique a legislação necessária para validar os certificados.

De acordo com o coordenador da equipe de desenvolvimento de sistemas, Sidinei Carvalho, a certificação foi elaborada seguindo todas as normas do ICP-Brasil, entidade que regulamenta os serviços de certificação digital. “Então para o nosso sistema de assinatura e certificação ter validade e ser reconhecida precisamos ter essa legislação que são três atos e uma resolução que devem ser aprovadas pela Mesa Diretora e publicadas no Diário Oficial”. Só depois disto é que os serviços poderão ser utilizados e terão validade e fé pública.

Sidinei explicou ainda que para facilitar a implantação do sistema, desenvolvido a partir de uma troca de tecnologia com o TCE, foi criada uma nova camada de serviço integrado. “Desta forma, não precisamos implantar a assinatura em todos os sistemas que funcionam na Casa. Cada um desses sistemas vai dialogar diretamente com a camada de assinatura e validação e desta forma consumir o serviço sem necessidade de diversas implementações, além de ter mais segurança da aplicação da política em legislação vigente”, completou.

A parceria com o TCE foi possível graças a um convênio assinado em maio deste ano entre a ALBA e a Corte de Contas. O convênio, assinado pelos presidentes Nelson Leal e Gildásio Penedo, previu a troca de tecnologia para o desenvolvimento e implantação da Certificação Digital na Assembleia.

Com relação aos sistemas que já funcionam na Casa, Sidinei Carvalho esclareceu que todos devem passar por adaptações para consumir o serviço de assinatura e certificação. “Mas isso será feito na proporção que a alta gestão definir os sistemas a serem integrados. Enquanto isso as assinaturas poderão ser feitas individualmente e de forma fácil”. Ainda segundo Sidinei, o sistema criado é intuitivo e dispensa treinamento para os usuários.

Ele explicou ainda que cada servidor da Casa terá o seu certificado pessoal. “Isso porque quando um servidor for fazer uma solicitação de férias ou gerar qualquer outro documento, ele não vai precisar mais imprimir para assinar e carimbar, mas apenas assinar digitalmente, que o documento passará a ser reconhecido e válido para qualquer setor da Casa”, explicou. Cada certificado terá prazo de validade de três anos, no entanto os documentos assinados serão válidos por tempo indeterminado.

Segundo o diretor de Tecnologia da Informação, Armando Veloso, esse projeto é o primeiro passo efetivo para a implantação do programa papel zero na ALBA. “Com a Certificação Digital todos os documentos produzidos dentro da Assembleia passam a ter validade e sua autenticidade pode ser verificada eletronicamente pela internet. Assim podemos alcançar a meta de implantar o papel zero na Casa”, disse.

Para o superintendente de Administração e Finanças, Almiro Cunha, trata-se de um projeto inovador e que coloca a Assembleia em um novo patamar. “Seguimos firmes no propósito de modernizar a ALBA, conforme planejado e solicitado pelo presidente Nelson Leal. Esse sistema de assinatura e certificação coloca a Casa como uma Autoridade Certificadora e os documentos gerados aqui passam a ter validade jurídica. Agora novos passos serão dados no caminho da modernização”, arrematou.

Fonte: IRIB (www.irib.org.br)

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

Para acompanhar as notícias do Portal do RI, siga-nos no twitter, curta a nossa página no facebook e/ou assine nosso boletim eletrônico (newsletter), diário e gratuito”.