TJRJ/Registro civil: reportagens retratam problemática e engajamento da CGJ


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE mais de 5% das crianças de até um ano e três meses não são registradas no país. A falta de registro atinge também adultos e até mesmo os idosos. Sem documentos, muitos brasileiros são invisíveis aos olhos do Estado e não exercem a plena cidadania. Um jornal de grande circulação retratou em uma série de reportagens as dificuldades daqueles que não possuem o registro civil e destacou a atuação da Corregedoria Geral da Justiça (CGJ) na questão. 

Nas reportagens estão estampados personagens que vivenciam o problema e seguem em busca de ter em suas mãos o documento. A jornalista, autora da matéria, acompanhou de perto o trabalho da Justiça Itinerante para Erradicação do Sub-Registro do TJRJ, e informou como o Judiciário Fluminense atua nessa luta, incentivando a ampliação do acesso ao registro aos que ainda não o possuem. 

A juíza coordenadora da Secretaria de Apoio à Comissão da Erradicação do Sub-Registro da CGJ, Raquel Chrispino, que já coordena o projeto há seis anos, ressaltou a importância da criação de uma rede de proteção à pessoa sem documentação e explicou como atua o Poder Judiciário em parceria com outras instituições. A magistrada pontuou a complexidade da questão ao ser entrevistada:“o registro civil é um direito, e não é só para ter acesso a programas sociais. É um direito em si, tem nossos dados biográficos, quem somos, onde nascemos”, ressaltando a necessidade de atuar na prevenção do problema, estimulando o registro dos bebês, pois todo ser humano tem direito de saber a sua origem e as circunstâncias de seu nascimento. 

A série de reportagens chama a atenção do problema também entre a população carcerária. Nos presídios do Rio, cerca de 10% dos detentos não têm documentação civil, de acordo com os dados da Secretaria de Administração Penitenciária do Estado – SEAP, havendo informações de que este número possa ser bem maior. O TJRJ, através do Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária, atua na construção de uma política pública que valorize a identificação do preso, em um trabalho conjunto com a Polícia Civil, a SEAP, o Detran e a Associação dos Registradores de Pessoas Naturais – Arpen. 

Fonte: TJRJ | 19/12/2014.

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

Para acompanhar as notícias do Portal do RI, siga-nos no twitter, curta a nossa página no facebook, assine nosso boletim eletrônico (newsletter), diário e gratuito, ou cadastre-se em nosso site.




TJSC: CGJ orienta cartórios a informarem registros tardios à Delegacia de Desaparecidos


Os cartórios de registro civil e escrivanias de paz de Santa Catarina deverão comunicar à Delegacia de Polícia de Pessoas Desaparecidas a realização de registros tardios de nascimento. O juiz-corregedor Luiz Henrique Bonatelli, do Núcleo IV da Corregedoria-Geral da Justiça, adotou a medida no final de novembro e a comunicou aos cartórios por meio de circular.

A decisão atendeu a pedido do delegado Wanderley Redondo, que informou ser a medida de grande importância para a unidade, que realiza diligências nessas situações a pedido do Ministério Público. As investigações visam a possível identificação de pessoa desaparecida e localização de familiares. Atualmente, a Polícia Civil faz trabalho conjunto com o Instituto de Identificação para coleta e confronto de impressões digitais, a fim de facilitar a localização de desaparecidos.

Fonte: TJSC | 19/12/2014.

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

Para acompanhar as notícias do Portal do RI, siga-nos no twitter, curta a nossa página no facebook, assine nosso boletim eletrônico (newsletter), diário e gratuito, ou cadastre-se em nosso site.