TJMG: Tribunal inicia correição geral em BH


Foi instalada na segunda-feira ( 29/1) em audiência pública em Belo Horizonte, a correição ordinária geral na capital mineira. A Direção do Foro, localizada no quarto andar do Fórum Lafayette, sala AL-499, já está recebendo sugestões, reclamações e denúncias em relação aos serviços do foro judicial, os juizados especiais, os serviços notariais e de registro, as atividades da justiça de paz, da polícia judiciária e dos presídios da comarca. Todos os cidadãos podem se manifestar.

Também foi instalada a correição extraordinária parcial na Gerência de Cumprimento de Mandados (Geman), na 10ª Vara Cível, na Vara de Precatórias Cíveis, na 9ª Vara Criminal, na 1ª e 2ª Varas Empresariais e na Vara de Registros Públicos.

Autoridades compareceram à abertura dos trabalhos da correição

Participaram da solenidade o corregedor-geral de Justiça, André Leite Praça, a desembargadora do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG), Márcia Milanez, o juiz diretor do foro de BH, Marcelo Fioravante, e os juízes auxiliares da Corregedoria-Geral de Justiça (CGJ), João Luiz Nascimento de Oliveira, EveIine Mendonça Félix Gonçalves, Guilherme Lima Nogueira da Silva, Sérgio Henrique Cordeiro Fernandes, Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, Soraya Hassan Baz Láuar e Simone Saraiva de Abreu Abras, além de servidores da Justiça e representantes dos serviços notariais e de registro.

Podem procurar a direção do foro para formalizar uma sugestão ou denúncia magistrados, promotores de justiça, advogados, oficiais de registro, tabeliães, servidores judiciais, demais autoridades e partes interessadas.

O corregedor André Leite Praça fez agradecimentos, além de ressaltar que estes são os últimos seis meses em que estará à frente do cargo. Ele citou que, durante a sua gestão, foram identificados problemas nas áreas judicial e extrajudicial e, posteriormente, foram criadas propostas para solucionar essas dificuldades. “É preciso hoje ter uma visão que busca a eficiência”, finalizou.

Corregedor afirmou que a correição é uma oportunidade para aprimorar os serviços

O diretor do foro da capital, Marcelo Fioravante, lembrou que as unidades judiciárias são fiscalizadas pelos próprios magistrados e escrivães, com apoio de relatórios e planilhas produzidos pela CGJ, enquanto a Direção do Foro se envolve na fiscalização direta dos serviços auxiliares da Justiça. Os trabalhos correcionais nos serviços auxiliares e a inspeção das unidades judiciárias (varas e unidades jurisdicionais) da capital ficaram atribuídos ao juiz diretor do foro.

Os trabalhos correcionais nos serviços auxiliares e a inspeção das unidades judiciárias ficaram atribuídos ao juiz diretor do foro

O juiz auxiliar da Corregedoria, João Luiz Nascimento de Oliveira, ressaltou que também será lançado um cronograma de fiscalização nas 31 unidades dos serviços notariais e de registro na capital. Além do magistrado, os juízes auxiliares da corregedoria, Marcus Vinícius Mendes do Valle e Simone Saraiva de Abreu Abras, receberam a atribuição para realizar a correição nos serviços notariais e de registro.

O juiz João Luiz Nascimento de Oliveira ressaltou que também será lançado um cronograma de fiscalização em 31 serventias de BH

A correição ordinária geral é realizada pela CGJ em todas as comarcas, sempre de janeiro a março. Seu objetivo é verificar a regularidade dos serviços. Acesse as portarias 5.260/CGJ/2018 e 5.256/CGJ/2018, referentes a Belo Horizonte.

Fonte: Anoreg/BR – TJMG | 02/02/2018.

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TJ-SP: Tribunal de Justiça renova convênios com associações de cartórios extrajudiciais


Extrajudicial auxilia audiências de custódia e cadastro de ações. 

O Tribunal de Justiça de São Paulo e entidades representativas da classe dos notários e registradores renovaram nesta quinta-feira (1) dois convênios para a cessão de colaboradores que trabalham no setor de audiências de custódia e no cadastramento de processos no 2º Grau.

O presidente do TJSP, desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, agradeceu o apoio das associações e destacou a relevância e significado do trabalho realizado pelo segmento extrajudicial. “É importantíssimo para a segurança jurídica nas áreas cível, de família, propriedade, enfim, fazem parte da própria vida de cada um que nasce nesse País”, destacou o presidente.

O setor de audiências de custódia conta com 20 colaboradores. O primeiro termo de cooperação foi assinado em 2015, ano de implantação do projeto. Desde então já foram realizadas mais de 22.542 audiências na Capital. Já o convênio voltado para o 2º Grau, firmado em 2016, resultou em 192.627 cadastros. “Os números mostram a magnitude da parceria”, ressaltou Pereira Calças.

Para o corregedor-geral da Justiça de São Paulo, desembargador Geraldo Francisco Pinheiro Franco, os convênios são a materialização do “zelo pelo interesse público e do respeito pelo Tribunal de Justiça” demonstrado pelos integrantes do extrajudicial.

O presidente da Associação dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Anoreg), Leonardo Munari de Lima, destacou que a classe está à disposição para parcerias com a Justiça. “Atuamos para garantir segurança jurídica. Cada vez que fazemos bem o nosso trabalho é uma disputa que deixa de chegar ao Judiciário”, disse. “Estamos de portas abertas para o Tribunal e para a sociedade”, completou. Já o presidente do Instituto de Estudos de Protesto de Títulos do Brasil – Seção São Paulo, José Carlos Alves, informou que as entidades estão empenhadas em projetos e iniciativas para aprimorar o controle e fiscalização das atividades do setor.

Também participaram da solenidade o presidente do Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo, Andrey Guimarães Duarte; o presidente da Associação dos Registradores Imobiliários de São Paulo (Arisp), Francisco Raymundo; o presidente do Sindicato dos Notários e Registradores do Estado de São Paulo (Sinoreg), Claudio Marçal Freire; o presidente da Associação dos Registradores de Pessoas Naturais do Estado de São Paulo (Arpen), Gustavo Renato Fiscarelli; os juízes assessores da Presidência do Tribunal Marco Fábio Morsello, Leandro Galluzzi dos Santos, Camila de Jesus Mello Gonçalves e Renato Hasegawa Lousano; o juiz diretor da 1ª Região Administrativa Judiciária – Grande São Paulo, Regis de Castilho Barbosa Filho;  a vice-presidente da Anoreg, Giselle Oliveira de Barros; e o secretário da 1ª Instância do TJSP, Pedro Cristóvão Pinto.

Fonte: Anoreg/SP – TJ-SP | 02/02/2018.

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