CENSEC INFORMA SOBRE EXPEDIENTE NO FERIADO DO DIA 25 DE JANEIRO DE 2018


A equipe da Central Notarial de Serviços Eletrônicos Compartilhados (Censec) informa que não haverá expediente institucional no dia 25 de janeiro de 2018, em virtude do feriado municipal de aniversário da cidade de São Paulo. No entanto, o Portal Censec (www.censec.org.br) funcionará normalmente.

Haverá atendimento em escala de plantão de dúvidas exclusivamente por meio do aplicativo Whatsapp (11-98985-2022). Para facilitar e agilizar o atendimento via aplicativo, pede-se: identificação do cartório, município e UF de origem.

Fonte: CNB/SP | 23/01/2018.

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SP: Vereador quer agilizar e ampliar construção de moradias populares na cidade


São Paulo tem hoje um déficit habitacional de aproximadamente 230 mil moradias. O problema chamou a atenção até mesmo da Organização das Nações Unidas. Em 2015, a ex-relatora especial da ONU para o Direito à Moradia Adequada, Raquel Rolnik, chegou a definir a situação na capital paulista como alarmante.

O custo alto dos imóveis e aluguéis, somado à crise econômica brasileira, tem dificultado a vida de muitas famílias. Algumas delas acabam migrando para movimentos e grupos de sem-teto que ocupam terrenos e prédios abandonados ou inutilizados.

Com base nesse contexto, um projeto de lei em tramitação na Câmara Municipal quer facilitar o acesso dessas pessoas à casa própria em toda a cidade. O PL 44/2017, do vereador Fábio Riva (PSDB), tem o objetivo de diminuir a burocracia e agilizar tanto a construção de moradias populares como a regularização fundiária, permitindo que a administração municipal receba a doação de terrenos relacionados a associações e movimentos sociais.

Na prática, a proposta funciona assim: a entidade ou movimento popular recebe ou adquire um terreno. Em seguida, a área é oferecida à Prefeitura, que avalia a relevância do interesse público da doação e depois passa a ser dona desse terreno. Como proprietário legal, o Executivo passa então a assumir o encargo e a obrigação de construir moradias populares no local.

Ainda de acordo com o PL, a obra pode ser feita por meios próprios do município, ou em parcerias com os governos estadual e federal. A diferença do que já ocorre hoje em dia é que, por direito de prioridade, os membros da associação ou entidade doadora do terreno ficam dispensados de sorteios ou cadastros na hora de receber a moradia.

Na justificativa do Projeto, o vereador argumenta que a lei permitiria à Prefeitura de São Paulo reduzir custos ao eliminar despesas com identificação, aquisição e desapropriação de terrenos.

Além disso, a ideia é oferecer uma alternativa concreta para colocar fim a conflitos que são muito comuns em processos de reintegração de posse. Isso porque, segundo a proposta, proprietários e movimentos de moradia teriam mais condições para chegar a um entendimento, já que a possibilidade de transferir o terreno às entidades sociais, com destino certo às mãos da Prefeitura, tornaria o processo muito menos burocrático e com retorno garantido às famílias envolvidas na negociação.

Fonte: Câmara Municipal de São Paulo – 22/01/2018.

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