Brasileiros participam do XXX Encontro do Comitê Latinoamericano de Consulta Registral na Costa Rica

Evento aconteceu de 3 a 7 de julho, na cidade de San José. A diretora Social do IRIB, Naila Khuri, foi convidada para tratar da regularização de terras em áreas de proteção

Durante toda a semana passada, a capital da Costa Rica, San José, recebeu congressistas de vários países da América Latina para o XXX Encontro do Comitê Latinoamericano de Consulta Registral, no Hotel Crowne Plaza Corobicí. Essa foi a quarta vez em que o país recebeu o evento, que teve como objetivo discutir a analisar assuntos relacionados à publicidade registral, além de promover um intercâmbio de experiências.

O Encontro, promovido pelo Registro Nacional – República de Costa Rica, reuniu registradores e profissionais da área registral dos países que formam o Comitê Latinoamericano de Consulta Registral: Argentina, Brasil, Bolívia, Colômbia, Costa Rica, Chile, Cuba, Equador, El Salvador, Guatemala, Honduras, México, Nicarágua, Panamá, Paraguai, Peru, Puerto Rico, República Dominicana, Uruguai e Venezuela.

Na oportunidade, a registradora de imóveis em Votorantim/SP e diretora Social do IRIB, Naila de Rezende Khuri, representou o Instituto no evento. Em sua palestra, abordou o tema “Regularização de terras em áreas ambientalmente protegidas”.  Integrante da Comissão do Pensamento Registral Imobiliário (CPRI), Naila demonstrou como se dá, no sistema registral brasileiro, a regularização fundiária em áreas de preservação permanente, com abordagem do conflito entre o direito à moradia e o meio ambiente sadio. A palestrante também destacou o novo instituto da legitimação fundiária e a função social do registrador de imóveis.

O registrador de imóveis em Campo Novo do Parecis, no Mato Grosso, José de Arimatéia Barbosa, palestrou sobre o papel socioambiental do Registro de Imóveis brasileiro, propondo uma reflexão entre o desenvolvimento urbano e as questões ambientais. Tratou, ainda, dos regimes jurídicos que se aplicam aos terrenos de marinha e aos territórios indígenas. A programação da 30ª edição do Encontro discutiu, ao longo de 5 dias, aspectos dentro do “Princípio do registro”, “Registro da propriedade. Modernização”, “Fólio real” e “Outros registros e suas finalidades”.

Avaliação

A registradora Naila Khuri considerou que a 30ª edição do Encontro foi relevante e bastante produtivo. “Tivemos a oportunidade de conhecer e trocar experiências a respeito de outros sistemas registrais, em especial, tendo em conta que as dificuldades enfrentadas pelos países latinoamericanos têm muitos pontos de contato. Os colegas brasileiros que participaram do evento estão entusiasmados para outros encontros como forma de aprofundar o estudo dos sistemas registrais.

Substituto do 1º Ofício da 2ª Zona da Serra Bruno do Valle, em sua avaliação, disse que o Encontro na Costa Rica, além de muito organizado, foi altamente enriquecedor. “A programação, que abordou assuntos dentro de cinco temas gerais (princípio de trato sucessivo, Registro de Propriedade e a modernização, Fólio real, outros registros  e finalidades e Integração de registros), nos permitiu conhecer a realidade de muitos países latinoamericanos.

Também formaram a comitiva brasileira os registradores imobiliários Antônio Carlos Carvalhaes (São Carlos/SP), Nafé de Jesus de Oliveira (Colorado do Oeste/RO) e o desembargador aposentado do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul Décio Antônio Erpen.

Fonte: IRIB | 13/07/2017.

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CNJ: Cursos gratuitos e on-line do CNJ serão reabertos em agosto

Somente este ano, 12.717 pessoas concluíram cursos na modalidade on-line ofertados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ). Os conteúdos foram desenvolvidos pelo Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Poder Judiciário (CEAJud) do órgão e, desde 2014, são oferecidos gratuitamente à população. Os próximos cursos na modalidade à distância (EaD) estarão disponíveis em agosto.

Entre as matérias mais procuradas pelos alunos está a de Improbidade Administrativa, que, apenas no primeiro semestre, contou com 3.233 inscrições. As aulas específicas sobre o Poder Judiciário e o Papel do CNJ atraíram 1.105 interessados e o conteúdo sobre Gestão Documental no Poder Judiciário, 599. Além desses, o CNJ também oferece cursos à população sobre Gestão da Qualidade, que teve 708 participantes no primeiro semestre; Gestão do Conhecimento (334); Metodologia de Análise e Solução de Problemas (1.383) e o Novo Acordo Ortográfico (1.117).

Parentalidade

O curso com mais alto índice de participação do CNJ é a Oficina de Parentalidade. Só este ano, foi feito por 4.238 pessoas. O conteúdo tem formato autoinstrucional (não possui tutor), linguagem acessível e muitos recursos visuais, alternando textos, vídeos, depoimentos e filmes. Desenvolvido pela juíza Vanessa Aufiero, da 2ª Vara de Família de São Vicente, do Tribunal de Justiça de São Paulo (TJSP), o curso tem como objetivo ajudar pais e filhos a superarem conflitos comuns que ocorrem na família durante a fase da separação.

Diferentemente dos demais cursos ofertados, a Oficina de Parentalidade fica disponível ininterruptamente no portal do CNJ. No ano passado, dos 7 mil alunos que participaram e responderam ao questionário de avaliação, 94% disseram que o conteúdo ajudou a cuidar melhor do filho e 98,4% afirmaram entender a importância da presença do pai e da mãe na criação do filho. Caso tenha interesse em conhecer o curso, acesse aqui. Para acessar a Oficina de Parentalidade, basta preencher um formulário on-line.

Os cursos abertos à população estão de acordo com a Resolução n. 111/2010, do CNJ, que criou o Centro de Formação e Aperfeiçoamento do Poder Judiciário (CEAJud). A missão do Centro é coordenar e promover, com os tribunais, educação corporativa dos servidores do Poder Judiciário e o desenvolvimento das competências necessárias ao aperfeiçoamento dos serviços judiciais.

Caso encontre problemas para inscrever-se no curso, entre em contato com o CEAJud pelo email ceajud@cnj.jus.br.

Fonte: CNJ | 11/07/2017.

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STJ: Administrativo – Recurso em Mandado de Segurança – Concurso público – Prova dissertativa – Questão com erro no enunciado – Fato constatado pela banca examinadora e pelo Tribunal de origem – Ilegalidade – Existência – Atuação excepcional do Poder Judiciário no controle de legalidade – Sintonia com a tese firmada pelo STF no RE 632.853/CE – Espelho de prova – Documento que deve veicular a motivação do ato de aprovação ou reprovação do candidato – Necessidade de existência pretérita ou concomitante à pratica do ato – Impossibilidade de apresentação em momento posterior – Hipótese em que houve apresentação a tempo e modo – Inexistência de irregularidade

Clique aqui e leia o inteiro teor

Dados do processo:

STJ – RMS nº 49.896 – Rio Grande do Sul – 2ª Turma – Rel. Min. Og Fernandes – DJ 02.05.2017

Fonte: INR Publicações

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