Anoreg/BR empossa sua nova Diretoria em cerimônia oficial em Brasília (DF)


om um discurso voltado à união da classe e fortalecimento institucional Rogério Portugal Bacellar assume a presidência da entidade

Brasília (DF) – Com um discurso voltado à união da atividade e ao trabalho conjunto de notários e registradores em prol do desenvolvimento da atividade extrajudicial, Rogério Portugal Bacellar foi empossado na noite desta quarta-feira (14.09) na presidência da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR), em cerimônia realizada na sede da entidade e que contou com auditório lotado.

“Preciso de todos vocês para que possamos fazer uma gestão forte. Que trabalhemos unidos, que tenhamos dedicação, garra e muita vontade de fazer diferente e fazer melhor. Que as diferentes especialidades trabalhem unidas com a Anoreg/BR e, quando houver assuntos divergentes, que possamos sentar e buscar o entendimento”, disse. “A partir de agora, proclamo a união da Anoreg/BR e da CNR (Confederação Nacional de Notários e Registradores). As duas marcas caminharão unidas em prol de nossa atividade”, disse.

A cerimônia também empossou os demais membros da diretoria executiva: Ari Álvares Pires Neto (Primeiro Vice-Presidente), José Marcelo de Castro Lima Filho (Segundo Vice-Presidente), Germano Toscano de Brito (Secretário-geral), Mc Arthur Di Andrade Camargo (Diretor Financeiro) e Moema Locatelli Belluzzo (Diretora Financeira Adjunta). Os demais membros que compõe a nova diretoria eleita tomaram posse diretamente na secretaria da entidade após a cerimonial oficial.

Além da participação de presidentes e diretores dos Institutos Membros e das Anoregs de todo o país, o evento contou com as presenças do presidente do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJ/DFT), desembargador José Cruz Macedo, do vice-presidente do Superior Tribunal Militar (STM), ministro Péricles Aurélio Lima de Queiroz, da presidente da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB), Renata Gil de Alcantara Videira, e da ex-conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Maria Tereza Uille Gomes. “Acredito que a Anoreg/BR terá um futuro brilhante, com muitos projetos a construir e o empenho e trabalho do Rogério, que todos nós já conhecemos e sabemos de sua dinâmica”, disse Maria Tereza.

“Queremos as Anoregs fortes nos Estados, pois só assim a nossa atividade será forte e representativa. Vamos caminhar ao lado dos Institutos Membros, trabalhando com seus presidentes e chamando a todos para conversar e trabalharmos juntos, para que possamos crescer como classe, como atividade, e fazermos com que nossos projetos em prol de notários e registradores cheguem a todas as cidades brasileiras”, completou.

Ainda durante a cerimônia, os participantes, em pé, ouviram pela primeira vez o Hino dos Notários e Registradores do Brasil, composto pelo cantor e compositor Chico da Silva. “Trata-se de um cantor, conhecido no meio do samba, mas que em razão de um problema de saúde passou a se dedicar à composição de letras de toadas na região Amazônia. Um poeta e amigo da classe”, disse o vice-presidente Marcelo Lima Filho.

Após a breve cerimônia, os convidados participaram da inauguração da sede da Escola Nacional de Notários e Registradores (ENNOR), da Biblioteca da entidade e do Museu Nacional de Notários e Registradores, fechando a noite de encerramento com um jantar ao ar livre na área externa da entidade, com música ao vivo e cumprimentos aos novos diretores eleitos.

Fonte:  Associação dos Notários e Registradores do Brasil

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Anoreg/BR realiza reunião para debater a Pegada de Carbono


Reunião aconteceu nesta quarta-feira (14/09), de forma hibrida, na sede da entidade e online.

A diretoria da Associação dos Notários e Registradores do Brasil (Anoreg/BR) se reuniu nesta quarta-feira (14/09), de forma híbrida, na sede da entidade e online para debater a Pegada de Carbono.

No encontro, foram discutidas ações e projetos futuros da entidade, juntamente com os institutos membros para o registro/averbação da emissão/compensação de carbono no Brasil.

Estiveram presentes o presidente do Anoreg/BR, Rogério Bacelar, a ex-conselheira do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), Maria Tereza Uille Gomes, o presidente da Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais (Arpen-Brasil), Gustavo Renato Fiscarelli, o conselheiro titular da Anoreg/BR, José de Arimateia Barbosa, a conselheiro suplente de Tabelião de Protesto de Títulos e Documentos, Velenice Dias de Almeida, e a diretora executiva da Anoreg/BR, Fernanda de Almeida Abud Castro.

O que é pegada de carbono?

A pegada de carbono é uma metodologia criada para medir as emissões de gases estufa – todas elas, independentemente do tipo de gás emitido, são convertidas em carbono equivalente. Esses gases são emitidos na atmosfera durante o ciclo de vida de um produto, de processos ou de serviços. São exemplos de atividades que geram emissões a queima de combustíveis fósseis, o cultivo de arroz, a criação de pastagem para gado, o desmatamento, as queimadas, a produção de cimento, entre outras.

Por meio da pegada de carbono é possível analisar os impactos causados na atmosfera e as mudanças climáticas provocadas pelo lançamento de gases do efeito estufa a partir de cada produto, processo ou serviço que consumimos.

O Brasil ocupa o 6º lugar entre os maiores emissores de gases de efeito estufa, com 3,2% do total mundial, de acordo com o levantamento publicado pelo SEEG (Sistema de Estimativas de Emissões e Remoções de Gases de Efeito Estufa).

O Brasil também está no G20, grupo de países que representam 78% das emissões globais de CO2, embora os maiores emissores sejam China, União Europeia, Índia e Estados Unidos, que sozinhos representam 55% do CO2 lançado na atmosfera na última década.

Os dados são da GIZ, agência alemã para o desenvolvimento sustentável, que está à frente de um programa para acompanhar as evoluções do Acordo de Paris, que tem como principal objetivo frear o aquecimento global e impedir o aumento da temperatura terrestre em 2º C em comparação com à era pré-industrial e assim amenizar os efeitos das mudanças climáticas.

Fonte:  Associação dos Notários e Registradores do Brasil

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