Novos comunicados e listas do concurso de Minas Gerais


Será possível alterar a opção de critério de ingresso

Foram disponibilizadas novidades sobre o Concurso Público, de Provas e Títulos, para a Outorga de Delegações de Notas e de Registro do Estado de Minas Gerais no site oficial.

Candidatos poderão alterar a opção do critério de ingresso indicada no ato da inscrição ou desistir do certame, assegurada a devolução do valor pago.

Confira:

– Comunicado: alteração no Anexo I do Edital 1/2014 (2ª retificação). Clique aqui.

– Lista de Serviços de Notas e Registros Vagos (Critérios de ingresso: provimento e remoção). Clique aqui.

– Lista de Serviços de Notas e Registros Vagos (Critérios de ingresso: provimento). Clique aqui.

– Lista de Serviços de Notas e Registros Vagos (Critérios de ingresso: remoção). Clique aqui.

– Lista de Serviços de Notas e de Registros Vagos Reservados aos Candidatos com Deficiência (critério de ingresso: provimento). Clique aqui.

– Lista de Serviços de Notas e de Registros Vagos Reservados aos Candidatos com Deficiência (critério de ingresso: remoção). Clique aqui.

– Formulário para requerimento de devolução da taxa de inscrição. Clique aqui.

– Lista definitiva de inscritos no período de 1º a 15 de dezembro de 2014 – Provimento (retificada). Clique aqui.

– Comunicado: exclusão 2º Tabelionato de Notas de Jacutinga – Dje 27/01/2014. Clique aqui.

– Link de alteração: critério de ingresso. Acesse.

Fonte: Concurso de Cartório | 28/01/2015.

Publicação: Portal do RI (Registro de Imóveis) | O Portal das informações notariais, registrais e imobiliárias!

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TJ/RJ. Serviços Extrajudiciais: tecnologia na comunicação e excelentes resultados em 2014


No Rio de Janeiro, cerca de 8 mil presos pertencem ao grupo dos “sub-identificados”, detentos que possuem apenas a identificação criminal, ou seja, possuem RG atribuído em razão de procedimento criminal, sem identificação civil no estado do Rio de janeiro. A diminuição deste número e a concessão do documento civil a esses internos é o objetivo final buscado pelo grupo de trabalho que cuida do tema do registro civil dos internos do sistema carcerário, coordenado pela equipe da Secretaria de Sub-Registro da CGJ em parceria com o Grupo de Monitoramento e Fiscalização Carcerária do Tribunal de Justiça. Deste trabalho participam a Defensoria Pública, o Ministério Público, a Polícia Civil, o Instituto Félix Pacheco, o DETRAN e a Secretaria de Administração Penitenciária do Estado – SEAP. 

Após três anos de reuniões para estudo da problemática e implementação de melhor comunicação entre os atores envolvidos, uma das metas começa a ser cumprida. Três presos do Complexo de Gericinó participaram, na tarde da última sexta-feira (23), de audiências por videoconferência para o registro civil, presididas pela juíza auxiliar da Vara de Execuções Penais, Roberta Barrouin, com a participação da Defensoria Pública e do Ministério Público, representados pelo defensor público Fábio Amado Barreto e pela promotora de justiça Isabela Jourdan da Cruz Moura. 

A realização das audiências somente foi possível em razão do Projeto Justiça Itinerante, que existe há mais de dez anos com atendimento de milhares de pessoas hipossuficientes. Em agosto de 2014 foi inaugurada a Justiça Itinerante Especializada em sub-registro, e iniciou-se o atendimento de pessoas sem registro civil e para quem a segunda via é inacessível. As famílias dos presos recorreram ao ônibus diante da facilidade de acesso viabilizada pelo projeto da Justiça Itinerante. 

Para a Juíza Coordenadora da Secretaria de Erradicação do Sub-Registro, Dra. Raquel Chrispino, o dia de hoje tem grande significado e foi um grande marco. “Pela primeira vez estamos realizando audiências para o processo de registro tardio de pessoas que ainda estão presas. Normalmente atendemos os egressos do sistema que, após a liberdade, procuram o Judiciário para obter o registro civil. Ao curso dos últimos três anos no atendimento deste grupo, já foram localizadas e obtidas centenas de segundas vias de certidões de presos. No entanto, esses três detentos tiveram suas história detalhadas pela equipe da CGJ com a certeza de que não foram registrados civilmente. A videoconferência contribui para segurança, celeridade e menor custo. É um marco também se pensarmos que, pela primeira vez, a videoconferência é usada, não para processos criminais, e sim para garantir a cidadania desses detentos”.

Fonte: TJ/RJ | 26/01/2015.

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