CERTIFICADO DIGITAL É NECESSÁRIO PARA EMPRESAS COM MAIS DE 11 FUNCIONÁRIOS


A entrega da RAIS (Relação Anual de Informações Sociais), ano base-2016, começou no dia 17 de janeiro e termina em 17 de março. As empresas que possuem mais de 11 empregados precisam utilizar o Certificado Digital ICP-Brasil, e-CPF ou e-CNPJ, para o envio dos dados. Para as demais, a utilização do Certificado é facultativa.

Quem é obrigado a enviar a RAIS?

Entre os obrigados a enviar a RAIS, segundo informações do site RAIS.GOV.BR, estão:
– Todos os empregadores, conforme definidos na CLT;
– Todas as pessoas jurídicas de direito privado, inclusive as empresas públicas domiciliadas no País, com registro, ou não, nas Juntas Comerciais, no Ministério da Fazenda, nas Secretarias de Finanças ou da Fazenda dos governos estaduais e nos cartórios de registro de pessoa jurídica;
– Empregadores urbanos pessoas físicas (autônomos e profissionais liberais) que mantiveram empregados no ano-base;
– Entre outros.

A AC Notarial está preparada para atender a mais esta demanda da população. Emita seu certificado conosco com segurança e sem burocracia. Acesse www.acnotarial.com.br.

Fonte: CNB/SP – AC Notarial | 30/01/2017.

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IGP-M registra variação de 0,64% em janeiro


O Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) variou 0,64%, em janeiro. Em dezembro, o índice variou 0,54%. Em janeiro de 2016, a variação foi de 1,14%. Em 12 meses, o IGP-M registrou alta de 6,65%. O IGP-M é calculado com base nos preços coletados entre os dias 21 do mês anterior e 20 do mês de referência.

O Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) apresentou taxa de variação de 0,70%. No mês anterior, a taxa foi de 0,69%. O índice relativo aos Bens Finais variou 0,18%, em janeiro. Em dezembro, este grupo de produtos mostrou variação de -0,26%. Contribuiu para este avanço o subgrupo alimentos processados, cuja taxa de variação passou de -0,15% para 0,39%. Excluindo-se os subgrupos alimentos in natura e combustíveis para o consumo, o índice de Bens Finais (ex) registrou variação de 0,32%. Em dezembro, a taxa foi de 0,12%.

O índice referente ao grupo Bens Intermediários variou 1,05%. Em dezembro, a taxa foi de 0,53%. O principal responsável por este movimento foi o subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, cuja taxa de variação passou de -0,51% para 5,70%. O índice de Bens Intermediários (ex), calculado após a exclusão do subgrupo combustíveis e lubrificantes para a produção, variou 0,37%, ante 0,69%, em dezembro.

No estágio inicial da produção, o índice do grupo Matérias-Primas Brutas variou 0,91%, em janeiro. Em dezembro, o índice registrou variação de 1,96%. Os itens que mais contribuíram para este movimento foram: soja (em grão) (0,38% para -4,20%),minério de ferro (17,53% para 13,08%) e aves (-0,76% para -3,73%). Em sentido oposto, destacam-se: leite in natura (-6,34% para -1,78%), milho (em grão) (-6,17% para -4,30%) e minério de alumínio (-1,16% para 5,36%).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) registrou variação de 0,64%, em janeiro, ante 0,20%, em dezembro. Cinco das oito classes de despesa componentes do índice registraram acréscimo em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Habitação (-0,62% para 0,10%). Nesta classe de despesa, vale citar o comportamento do item tarifa de eletricidade residencial, cuja taxa passou de -5,42% para -1,61%.

Também apresentaram acréscimo em suas taxas de variação os grupos: Alimentação (0,21% para 0,70%), Educação, Leitura e Recreação (1,16% para 2,46%), Transportes (0,45% para 1,01%) e Comunicação (0,12% para 0,37%). Nestas classes de despesa, os destaques foram: hortaliças e legumes (-5,25% para 0,61%), cursos formais (0,00% para 5,60%), tarifa de ônibus urbano (0,28% para 1,98%) e tarifa de telefone móvel (0,00% para 0,78%), respectivamente.

Em contrapartida, apresentaram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Vestuário (0,36% para -0,47%), Saúde e Cuidados Pessoais (0,60% para 0,47%) e Despesas Diversas (1,04% para 0,71%). Nestas classes de despesa, destacaram-se:roupas (0,46% para -0,73%), artigos de higiene e cuidado pessoal (0,72% para -0,08%) e cigarros (2,22% para 1,07%), respectivamente.

O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) registrou, em janeiro, taxa de variação de 0,29%. No mês anterior, este índice variou 0,36%. O índice relativo a Materiais, Equipamentos e Serviços registrou variação de 0,30%. No mês anterior, a taxa havia sido de 0,15%. O índice que representa o custo da Mão de Obra registrou taxa de 0,28%. No mês anterior, este grupo variou 0,55%.

Fonte: Boletim Eletrônico INR nº. 7898 – Portal Ibre | 30/01/2017.

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