CNB/SP DISPONIBILIZA FOLDER SOBRE ESCRITURA PÚBLICA

O Colégio Notarial do Brasil – Seção São Paulo (CNB/SP) disponibiliza o segundo folder da série “Você Sabia?”, que trata da escritura pública. O material explica porque se deve assinar a escritura pública pelo valor real do negócio.

Os tabeliães interessados na distribuição do material já podem adquiri-los nas gráficas Landgraf (Tel: 11 3349-0111) ou JS (Tel: 11 4044-4495) ou clicar aqui  para realizar o download.

Fonte: CNB/SP | 18/04/2016.

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ITESP: Mais de 12 mil imóveis no Estado serão beneficiados com ações de regularização fundiária promovidas pelo governo paulista em 18 municípios

Em 12 de abril, no Palácio dos Bandeirantes, o governador Geraldo Alckmin autorizou a realização de três convênios para a regularização de 1.900 imóveis em Andradina, Ribeira e Taquarivaí. Além disso, foram assinados 11 aditamentos de convênios para regularização de 9.567 imóveis em Chavantes, Cunha, Guapiara, Iporanga, Itaberá, Itapeva, Paraibuna, Pirajuí, Piedade, Platina e Tarabai. “Estamos ampliando convênios com inúmeros municípios do Estado para as pessoas terem os documentos de propriedade, contribuindo para levar segurança jurídica às famílias. Este é um trabalho de grande importância social”, afirmou Alckmin.

O Governo do Estado, por meio da Fundação Itesp, vinculada à Secretaria da Justiça e da Defesa da Cidadania, também entregou três diagnósticos fundiários aos prefeitos de Canitar, Ribeira e Taquarivaí.

Na execução dos trabalhos técnicos para a regularização fundiária não há repasse financeiro. O Itesp colabora com recursos humanos e materiais calculados pela hora técnica de trabalho dos servidores e as prefeituras, com recursos humanos, alimentação e hospedagem para os trabalhadores. Se o ocupante de um imóvel quisesse regularizá-lo por conta própria, pagaria cerca de 7 salários mínimos pelos honorários de um advogado e trabalhos técnicos. O beneficiário que recebe o título do Itesp não paga nada.

Nos próximos 5 anos, a previsão é de que 12.269 imóveis sejam regularizados nos municípios. “Se os trabalhos fossem executados por empresas particulares, as despesas ultrapassariam R$ 61,3 milhões. Desde 1995, foram entregues mais de 34 mil títulos no Estado”, explicou o secretário da Justiça, Aloísio de Toledo César.

O Itesp tem parcerias em andamento com 96 municípios, 61 convênios e 35 protocolos de intenções. Devem ser regularizados 56.085 imóveis. “A maior atuação do Programa de Regularização Fundiária ocorre em áreas urbanas. O trabalho, em parceria com as Prefeituras e com o apoio de Câmaras Municipais e Cartórios de Registro de Imóveis, colabora para o desenvolvimento socioeconômico das cidades”, lembrou o diretor executivo do Itesp, Marco Pilla.

Também foram assinados aditamentos de protocolos de intenções com as prefeituras de Guapiara e São Miguel Arcanjo para a realização de diagnósticos fundiários, visando a identificar terras devolutas abrangidas nos raios municipais e distritais. Também se considera a possibilidade de sua transferência aos municípios por convenção administrativa ou outro instrumento.

A Prefeitura de Anhembi também recebeu o levantamento topográfico, os cadastros e o relatório final dos trabalhos realizados para a regularização dos imóveis urbanos da área central do município. E a Prefeitura de Cruzeiro recebeu 102 cadastros e o relatório final referentes a serviços técnicos especializados de diagnóstico fundiário da Fazenda Batedor. Os serviços foram executados por meio de contrato com a administração municipal.

Cartilha

Durante o evento, o Governo do Estado também apresentou a publicação Regularização Fundiária Urbana – Cartilha de Orientação – Fundação Itesp com os Municípios Paulistas. Ela visa a orientar prefeitos, vereadores e representantes da sociedade civil organizada sobre o Programa de Regularização Fundiária Urbana e explica os passos do processo para a regularização, desde o diagnóstico fundiário preliminar, assinatura de convênio com o município, contrapartidas de cada partícipe, levantamento topográfico, coleta de documentos dos ocupantes, entre outros. O trabalho é concluído com a entrega dos títulos de propriedade aos ocupantes das áreas.

A cartilha tem 36 páginas e linguagem simples e acessível. Um glossário explica os termos técnicos. A publicação, coordenada pela Diretoria de Recursos Fundiários do Itesp, conta com ilustrações do artista plástico Sergio Fabricio Sicardi Bom Joanni, também servidor. Os desenhos, além de enriquecerem a cartilha, simplificam o entendimento dos processos.

Além disso, o governador, o secretário da Justiça, o secretário-adjunto e presidente do Conselho Gestor do Fundo de Interesses Difusos (FID), Luiz Souto Madureira, assinaram seis convênios, que somados totalizam mais de R$ 10 milhões. Foram beneficiadas as prefeituras de Mirassol, Caraguatatuba, Mineiros do Tietê, Aspásia, Mogi das Cruzes e São José do Barreiro.

Presentes à cerimônia os deputados estaduais Mauro Bragato, Edson Giriboni, Sebastião Santos e Luiz Carlos Gondim; prefeitos, vereadores e servidores do Itesp.

Fotne: ITESP | 14/04/2015.

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STJ: Nova edição da Jurisprudência em Teses aborda impostos municipais

A 55ª edição da Jurisprudência em Teses está disponível para consulta no site do Superior Tribunal de Justiça (STJ), com o tema Impostos Municipais. Com base em precedentes dos colegiados do tribunal, a Secretaria de Jurisprudência destacou duas entre as diversas teses existentes sobre o assunto.

Uma delas diz que é legítima a cobrança do IPTU sobre imóveis situados em área de expansão urbana, ainda que não dotada dos melhoramentos previstos no artigo 32, parágrafo 1º, do Código Tributário Nacional. Um dos casos adotados como orientação foi o AgRg nos EDcl no REsp 1.375.925, de relatoria do ministro Benedito Gonçalves, julgado em maio de 2014.

Outra tese afirma que o concessionário de serviço público que detém direito de uso de imóvel público não é contribuinte do IPTU, pois  possui apenas a posse mediante relação de natureza pessoal, sem animus domini. Um dos casos adotados como referência foi o AgRg no AREsp 535.846, julgado em novembro de 2015 pela Primeira Turma, relatado pelo ministro Sérgio Kukina.

Conheça a ferramenta

Lançada em maio de 2014, a ferramenta Jurisprudência em Teses apresenta diversos entendimentos do STJ sobre temas específicos, escolhidos de acordo com sua relevância no âmbito jurídico.

Cada edição reúne teses de determinado assunto que foram identificadas pela Secretaria de Jurisprudência após cuidadosa pesquisa nos precedentes do tribunal. Abaixo de cada uma delas, o usuário pode conferir os precedentes mais recentes sobre o tema, selecionados até a data especificada no documento.

Para visualizar a página, clique em Jurisprudência > Jurisprudência em Teses, no menu principal da homepage do STJ. Também há o Acesso Rápido, no menu Outros.

Fonte: STJ | 15/04/2016.

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